Lista de Livros de Elena Ferrante

desconhecido-mystery-novel

A lista inclui nomes como Toni Morison (Beloved); Chimamanda Ngozi Adichie (Americana); Margaret Atwood (O assassino cego); Joyce Carol Oates (Blonde); Arundhati Roy (O Deus das pequenas coisas); Natalia Ginzburg (Léxico familiar); Sheila Heti (Maternidade); e até Clarice Lispector, com o livro A paixão segundo G.H.

Para saber mais: https://www.publishnews.com.br/materias/2020/11/24/elena-ferrante-publica-lista-com-seus-40-livros-favoritos-escritos-por-mulheres

Não perca tempo…

Você não vai receber outra vida como esta. Você nunca mais vivenciará o mundo exatamente desta maneira, com esses pais, filhos, familiares e amigos. Nem experimentará a terra com todas as suas maravilhas novamente neste período da história. Não espere o momento em que desejará dar uma última olhada no oceano, no céu, nas estrelas ou nas pessoas queridas. Vá olhar agora.”

Elisabeth Kubler-Ross

Passagens da Vida

adri7

“…O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido…é sim não poder voltar a cometê-las. Envelhecer é passar da paixão para a compaixão. Muitas pessoas não chegam aos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta. Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo. O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinquenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio……Quando era jovem dizia:“verás quando tiver cinqüenta anos”. Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada. Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz….Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós. Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice. Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado. Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, mas não tê-los.”

atribuído a Albert Camus

O julgamento

fala comigo

“Todos nós hoje nos desabituamos, ou antes nos desembaraçamos alegremente, do penoso trabalho de verificar. É com impressões fluídas que formamos as nossas maciças conclusões. Para julgar em Política o facto mais complexo, largamente nos contentamos com um boato, mal escutado a uma esquina, numa manhã de vento. Para apreciar em Literatura o livro mais profundo, atulhado de ideias novas, que o amor de extensos anos fortemente encadeou—apenas nos basta folhear aqui e além uma página, através do fumo escurecedor do charuto. Principalmente para condenar, a nossa ligeireza é fulminante. Com que soberana facilidade declaramos—«Este é uma besta! Aquele é um maroto!» Para proclamar—«É um gênio!» ou «É um santo!» oferecemos uma resistência mais considerada. Mas ainda assim, quando uma boa digestão ou a macia luz dum céu de Maio nos inclinam à benevolência, também concedemos bizarramente, e só com lançar um olhar distraído sobre o eleito, a coroa ou a auréola, e aí empurramos para a popularidade um maganão enfeitado de louros ou nimbado de raios. Assim passamos o nosso bendito dia a estampar rótulos definitivos no dorso dos homens e das coisas. Não há ação individual ou colectiva, personalidade ou obra humana, sobre que não estejamos prontos a promulgar rotundamente uma opinião bojuda. E a opinião tem sempre, e apenas, por base aquele pequenino lado do facto, do homem, da obra, que perpassou num relance ante os nossos olhos escorregadios e fortuitos. Por um gesto julgamos um carácter: por um carácter avaliamos um povo.”

Eça de Queirós, “A Correspondência de Fradique Mendes”

Cinco conselhos para a vida

imagesPS17C2O1

Ouça – Antes De Falar.
Ganhe – Antes De Gastar.
Pense – Antes De Escrever.
Tente – Antes De Desistir.
Não espere motivação de ninguém. Crie as suas.
Viva – Antes De Morrer.
Aprenda a andar sozinho, e a gostar disso. Solidão não mata ninguém, mas as falsas amizades, sim.


Página 1 de 16812345...102030...Última »